Amar genuinamente provavelmente é o melhor sentimento que podemos experienciar. São inúmeras as comunicações em que os espíritos nos falam sobre a importância do amor na cura, seja ela física, emocional e espiritual.

Trazer esse conteúdo para o âmbito da medicina é fundamental para a evolução dos tratamentos e, ao mesmo tempo, um grande desafio porque se faz necessário quebrar barreiras de preconceitos arraigados entre os médicos. Por isso, no V Fórum de Ciência e Espiritualidade trataremos desse assunto com a médica homeopata, Marta Tornavoi de Carvalho, graduada pela UNICAMP, com especialização em medicina preventiva e homeopatia. Também é estudiosa dos temas: fitoterapia, cromoterapia, nutrição para a saúde, yoga, ayurveda, antroposofia, medicina tradicional chinesa e biopsicologia.

Em nosso papo sobre sua palestra, Marta afirmou que é possível, através de observação empírica feita em consultório, observar que a condição de espiritualidade no entorno do paciente interfere na cura.

“Já existem estudos demonstrando como pacientes que têm fé se curam mais rapidamente, se recuperam melhor e ficam menos tempo internados”, comentou.

Além disso, nesses estudos há registros de melhoras de um determinado grupo até quando as pessoas não sabiam que recebiam orações. Ou seja, apenas a emanação de energias já influenciava no processo de recuperação.

Mesmo com pesquisas assim, a medicina reluta muito em abrir esse campo de pesquisa.

“A ciência precisa olhar a espiritualidade de forma mais aberta e amigável, porque se criou um preconceito. É como se a ciência fosse algo objetivo, sólido, a dona da verdade e a espiritualidade apenas uma elucubração e/ou algo do campo da filosofia, quando são duas facetas da mesma coisa”, pontua a médica.

E complementa “essa associação [ciência e espiritualidade] ampliará as possibilidades terapêuticas. Um recurso a mais para o médico, que quer realmente ajudar o seu paciente, e também para o cientista em buscar a verdade”.

“Hoje em dia, a homeopatia é responsável por abrir um pouco a visão dentro da medicina. Profissionais com essa especialização tendem a ter uma abordagem mais holística, visando compreender quem é este ser que está doente e não apenas a doença dele. Isso já é uma grande porta de entrada”, explica Marta que vivencia essa experiência em sua clínica.

A questão é que nem todos os médicos são homeopatas e estes sofrem muito preconceitos, assim como a espiritualidade. Triste, porém realidade.

E, para encerrar, Marta nos deixou com uma linda reflexão:

“Para a gente lidar com a verdade precisamos ter abertura de mente e coração. Elas precisam dar as mãos para o bem da humanidade”.

Esse texto é só um cheiro do que teremos no V Fórum de Ciência e Espiritualidade. Se você ainda não garantiu o seu ingresso, corre lá porque as vagas estão no final! http://pozati.iluria.com/pd-6322a4

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